top of page

As verdades absolutas e sintéticas que se aprende nas escolas de hotelaria

Há verdades irrefutáveis que os mentores dizem e voltam a dizer mas que são interpretadas de forma independente e conforme o índice de atenção e percepção individual, não é verdade?


Não é demais repetir e reforçar 4 aspectos que detém um impacto tremendo no meu papel de hoteleiro e na experiência do hóspede num hotel:



1) É muito triste só ter camas para vender.

Um hotel não é real-estate e é obtusa e ideal que vendemos "só" o direito ao usufruto de x metros quadrados por um período espaço de tempo. É o que, eu hóspede percebo que ele quarto vai fazer por mim, o que me acrescenta. É o ingrediente que eu, hoteleiro, consigo acrescentar para trazer valor àquela vivência.


2) Sensibilidade e bom senso aprendem-se com cultura de empresa.

Que ilusão achar que isso do senso comum é igual para todos! Que falácia essa de de pensar "mas toda a gente sabe disso"... não presumir é o segredo e dar o exemplo é o sucesso. O que eu vejo fazer e como eu vejo que isso faz sentir o outro (e a mim mesmo) é que me fará repelir ou adoptar um determinado comportamento ou atitude.


3) Devoto: como se a minha vida dependesse disso!

Porque a vida do hóspede depende... os seus minutos passados no meu hotel são da minha responsabilidade: o que sente, o que leva na memória (e na alma!). Na prática: o que tenho a capacidade de fazer o cliente sentir? Como condiciono e influencio (ou elevo) a sua experiência?


4) Conexões activas

Desengane-se o hoteleiro que acha que já viu tudo e já sabe tudo! Estão a nascer e por inventar novas formas de se sentir e fazer hotelaria, as we speak... E que tal uma mente curiosa de espírito de aprender (de aprender de veras, de quem quer se sujeitar a que se lhes ensine!) e fazer acontecer com os nossos contactos (e vontade de nos por em contacto)


Tudo se resume a uma missão: converter um cliente que traz uma carga emocional de cansaço e stress, num hóspede... num ser humano que relaxa connosco, numa entrega que o permite usufruir do momento da estadia, mas que sobretudo leva consigo uma aprendizagem, um modo de vida e um bocado dessa vivência manifestado num sorriso no rosto.

bottom of page